Congressos

Em simultâneo com os trabalhos de levantamento e registo, a Fundación DOCOMOMO Ibérico realiza seminários bienais com o objectivo de aprofundar os temas mais relevantes do movimento moderno em Espanha e em Portugal. Até à data, realizou sete seminários/congressos relativos à habitação, à indústria, aos equipamentos e às infra-estruturas culturais, ao turismo, ao GATPAC (Grup d'Arquitectes i Tècnics per al Progrés de l'Arquitectura Contemporània) no seu tempo, e à fábrica como paradigma da modernidade, nas cidades de Saragoça, Sevilha, Porto, Valência, Barcelona, Cádis e Oviedo.

X Congresso DOCOMOMO Ibérico

X Congresso DOCOMOMO Ibérico

Badajoz, 18, 19 e  20 de abril de 2018

O fundamento social da arquitetura; do vernáculo e do Moderno, uma síntese cheia de oportunidades

CHAMADA A COMUNICAÇÕES

8 de janeiro de 2018: data límite para propostas de de comunicação e de propostas de painel

31 de janeiro de 2018: seleção do Comité Científico para as comunicações e paneis

5 de fevereiro de 2018: chamada a os autores das comunicações e dos paneis

5 de abril de 2018: data ímite de entrega dos textos definitivos das comunicações e dos paneis aceites

18 a 20 de abril de 2018: celebração do congresso

Acceso na web do congresso

O 18, 19 e  20 de abril de 2018, a Fundación DOCOMOMO Ibérico celebra o seu X Congresso em Badajoz. Organizado em conjunto pela Fundação DOCOMOMO Ibérico, o Colegio de Arquitectos de Extremadura, a Dirección General de Arquitectura e a Dirección General de Bibliotecas, Museos y Patrimonio Cultural da Junta de Extremadura, bem como a Universidade de Extremadura, o Instituto do Património Cultural de Espanha, a Universidade de Évora e a Ordem dos Arquitetos de Portugal, o congresso se convoca sob o lema “O fundamento social da arquitectura; do vernáculo e do Moderno, uma síntese cheia de oportunidades”.

O debate sobre o tema do Congresso gira em torno de três linhas propostas: "Do Vernáculo e do Moderno", "O rastro do Movimiento Moderno em Extremadura. as aldeias de colonização" e "O património do Movimiento Moderno como oportunidade e ferramenta de futuro. A quem está dirigido?".

Sede do Congresso: Palacio de Congresos Manuel Rojas, Ronda del Pilar, Badajoz

Comité Científico: Manuel Fortea Luna (coordinação), Alexandre Alves Costa, María de los Ángeles Durán de las Heras, Carmen Espegel Alonso, María del Mar Lozano Bartolozzi, Maria Martone, Carlos Nárdiz Ortiz, Nicolás Ortega Cantero, Juan Antonio Ortiz Orueta, José Manuel Pedreirinho, Víctor Pérez Escolano, Ismael Sánchez Expósito, Ana Tostões e Ana Vaz Milheiro

Por que um congresso na Extremadura? 

A complexa realidade geográfica e cronológica da modernidade arquitetónica em Espanha tem vindo a ser revista desde a década de 1970 através de estudos, monografias, inventários, teses de doutoramento, guias, etc. No entanto, é nos últimos anos quando se estão a desenvolver projetos de investigação que afetam os aspectos territoriais, o urbanismo e a arquitetura quer doméstica quer de equipamentos públicos e industriais, relacionados com Extremadura.

Por  isso, a arquitetura do Movimento Moderno das suas cidades (com arquitetos que contribuíram com obras com personalidade como Francisco Vaca, Rodolfo Martínez, os irmãos Morcillo, Ángel Pérez, Francisco Calvo Traspaderne, Luis Gutiérrez Soto ou López Montenegro) e as suas Cidades de Colonização (com projetos de Fernández del Amo, Alejandro de la Sota, José Antonio Corrales, Carlos Arniches, Rafael Leoz e outros), está a tornar-se conhecida uma circunstância chave para a nossa região.

Por outro lado, em Portugal, alguns dos seus arquitetos mais significativos para a consolidação de uma modernidade enraizada em importantes batalhas contra a situação estabelecida (de Honório Viana de Lima a Keil do Amaral, Carlos Ramos, Alberto Pessoa, Nuno Teotónio Pereira e outros) ou o próprio Fernando Távora, precursor e pai espiritual da consagrada e conhecida Escola do Porto, são autores de uma obra praticamente desconhecida no nosso país.

No entanto, atualmente somos testemunhos da dificuldade em transmitir a importância desta arquitetura à sociedade, que corre o risco de ser distorcida se não trabalharmos de forma decisiva para a valorizar. Uma arquitetura de qualidade, muitas vezes de assinatura reconhecida, comparável em termos de igualdade à desenvolvida em outras regiões espanholas e europeias. Arquitetura cujo valor essencial consiste em ser um reflexo fiel de um momento de transformações fulcrais na sociedade extremenha, da sua irrupção na modernidade. Arquitetura profundamente enraizada nas nossas paisagens e na nossa memória coletiva. Património Cultural, em soma. Arquitetura de interesse e utilidade, carregada de potencialidades para os usos de nosso tempo, pois é identificada com os pressupostos do racionalismo arquitetónico, muitos dos quais ainda gozam de total validade.

Em qualquer caso, achamos que a arquitetura do Movimento Moderno na nossa Comunidade é uma realidade insuficientemente reconhecida e pouco valorizada, que precisa de vias que a aproximem desde a  comunidade científica às administrações públicas e, é claro, à sociedade em geral, ao tempo que é depositária e apoio deste património. É hora de seguir o caminho em busca de novas “formas de habitar” essa herança como exemplo de lugares ainda vivos, onde a sociedade do século XXI pode desenvolver as atividades própias do seu tempo.

Este caminho está alinhado com os desafios atuais da sociedade, uma sociedade sustentável, cujo desenvolvimento social, económico, cultural e político assegura as suas necessidades atuais sem comprometer as necessidades das gerações vindouras. Assim, reconhecer o contributo da arquitetura do Movimento Moderno coloca-nos numa posição inicial de vantagem para promover uns princípios de sustentabilidade, considerando este legado matéria-prima legítima na construção do futuro.

Por outro lado, a localização da Extremadura, que partilha 428 km de fronteira com Portugal, e a fluente relação social e institucional permitem enfrentar sob uma perspetiva transfronteiriça a análise de possíveis paralelismos e as evidentes diferenças e as suas novas oportunidades do Movimento Moderno em ambos os lados da Raia.

Metas

O X Congresso do DOCOMOMO Ibérico em Badajoz “O fundamento social da arquitetura; do vernáculo e do Moderno, uma síntese cheia de oportunidades “oferecerá a ocasião de debater os caminhos para dinamizar todo esse património moderno, transformando-o em recurso sustentável, capaz de se tornar motor de novas oportunidades para a sociedade em seu redor, questão essa que fortalece a adequação desta candidatura.

O rastro

• Conhecer a renovação que o Movimento Moderno representou em cada território.

• Estudar os novos modelos de cidade dentro do Movimento Moderno; dos equipamentos para os edifícios industriais.

• Considerar as transformações sociais, antropológicas e estéticas derivadas do novo uso do espaço e a tipologia ou singularidade construtiva, do habitat à unidade habitacional; dos equipamentos aos edifícios industriais.

• Visibilizar a relação entre o construído, o ambiente territorial e o contexto económico e social, bem como a sua influência na formação de uma paisagem cultural.

A viagem

• Discutir estratégias para a avaliação social do legado do Movimento Moderno, encorajando uma nova cultura enraizada na própria sociedade que a usufrui e que se deve identificar com ela.

• Estudar o património do Movimento Moderno dentro do seu contexto, analisando as suas potencialidades como motor social para o desenvolvimento presente e futuro do contexto onde se desenvolve.

• Estabelecer a existência de ligações entre o global e o local em certas fases do Movimento Moderno, procurando respostas no contexto da globalização atual.

• Incentivar a gestão pública a uma nova leitura que permita a implementação de mecanismos de gestão afastados do estatismo, que acompanhem e concordem com novas dinâmicas e ritmos sociais.

A quem possa interessar ?

Pretende expor as diferentes perspectivas do Movimento Moderno abordando a realidade complexa que diz respeito a profissionais e estudantes em setores como arquitetura, antropologia, filosofia, gestão, economia, arte, política, direito, sociologia, biologia, ecologia, física, engenharia, história, geografia e outros públicos que, direta ou indiretamente, realizam uma reflexão sobre as preocupações do Movimento Moderno e os temas mencionados nesta aplicação.

Oficina do Congresso

As propostas de comunicação e painéis serão feitos segundo o Impresso de Inscrição corretamente preenchido e deverão ser enviados por email antes das 14h00 do dia 8 de janeiro de 2018 ao seguinte correio: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Comité de Honor

Celestino García Braña, Fundación DOCOMOMO Ibérico

Ana Tostões, DOCOMOMO Internacional

María Ángeles López Amado, Junta de Extremadura. Consejería de Sanidad y Políticas Sociales. Dirección General de Arquitectura

Francisco Pérez Urban, Junta de Extremadura. Presidencia de la Junta de Extremadura. Dirección General de Bibliotecas, Museos y Patrimonio Cultural

Jordi Ludevid, Consejo Superior de Colegios de Arquitectos de España

Juan Antonio Ortiz Orueta, Colegio Oficial de Arquitectos de Extremadura

José Manuel Pedreirinho, Ordem dos Arquitectos de Portugal

Sergio Diestro Menacho, Federación de Entidades Locales Menores de Extremadura

Comitê Organizador

Susana Landrove Bossut, Fundación DOCOMOMO Ibérico

Esther Gamero Ceballos- Zúñiga, Junta de Extremadura. Consejería de Sanidad y Políticas Sociales. Dirección General de Arquitectura

José Javier Cano Ramos, Junta de Extremadura. Presidencia de la Junta de Extremadura. Dirección General de Bibliotecas, Museos y Patrimonio Cultural

Jorge Candela Maestú, Colegio Oficial de Arquitectos de Extremadura

Luis González Jiménez, Universidad de Extremadura

Isabel Argerich Fernández, Instituto de Patrimonio Cultural de España

Daniel Jiménez Ferrera, Universidade de Évora

Ana Paula Baptista, Ordem dos Arquitectos de Portugal

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IX Congresso DOCOMOMO Ibérico

 

La Fundacão DOCOMOMO Ibérico celebró o seu IX Congresso DOCOMOMO Ibérico em  San Sebastián (España) de 16  a  18  de Novembro de 2016.

Este congresso, sobre o Movimento moderno: património cultural e sociedade, foi organizado em conjunto entre a Fundación DOCOMOMO Ibérico, o Colegio Oficial de Arquitectos Vasco-Navarro, a Delegação de Guipúzcoa do COAVN, a Escola Técnica Superior de Arquitectura, UPV-EHU, o Departamento de Arquitectura da Universidad del País Vasco, a Escola Técnica Superior de Arquitectura da Universidad de Navarra e o Instituto de Patrimonio Cultural de España.

Acesso à web do Congresso

 

Temática

O uso do conceito “Património Cultural” só faz sentido desde uma sociedade sensibilizada, que o constrói, o regula por lei, o gere.

A evolução do contexto socioeconómico atual pede redimensionar e enriquecer a gestão do Património Cultural mediante a tomada de consciência por parte de dita sociedade, e para cujo pleno efeito propõem-se os seguintes passos:

Reconhecer o facto patrimonial em toda a sua complexidade: simbólica, económica, histórica, tectónica.Valorizar o sentido patrimonial de um bem cultural para ser percebido não como um ónus, senão como um valor especial e único que pode proporcionar uma volta à sociedade.

Desenvolver novas ferramentas com que abordar os valores do Património: económicas, culturais, e de cooperação entre os diferentes agentes da sociedade.

Comunicar os conteúdos do Património Cultural, como parte do processo de formação e informação da sociedade imprescindible para que o conceito “Património Cultural” siga sendo útil.

De modo particular, a candidatura entende que o Património Cultural do Movimento Moderno em Arquitetura, por significação cultural e vigência pública é um ativo para a sociedade do século XXI. O nosso território é depositario de uma herança importante neste sentido, criptografada no seu Património Industrial sobretudo, mas também no residencial e de equipamentos.

Por todo isso, consideramos idóneo este congresso, como modo de estabelecer um enquadramento teórico de estudo sobre o relacionamento do Património Cultural com a sociedade, e sobretudo que resulte fecundo em ferramentas conclusivas e úteis para o futuro da gestão do Património Cultural.

Objetivos do congresso

Estimular a capacidade de resposta da sociedade ante a complexidade de fatores que definem o patrimonial.

Melhorar e fortalecer o relacionamento AdministraçãoSociedade, no âmbito da gestão do Património Arquitectónico, na que ambos agentes se precisam.

Que se conheçam e usem mecanismos de relacionamento com os agentes que trabalham no Património Cultural em general e arquitectónico designadamente.

Renovar a valoração do Património Cultural em general, e do Movimento Moderno designadamente, enfrentando as dicotomías recorrentes envelope o valor da arte e os Bens Culturais.

Que a dimensão cultural da Arquitetura seja aproveitada como uma oportunidade de trabalho atual e urgente, também no seio das ICC.

Constatación da Arquitetura do Movimento Moderno no nosso território e dos exemplos únicos e específicos que possui.

Vindicar ao arquiteto como profissional que pela sua formação técnica e artística, olha para o Património Cultural arquitectónico considerando múltiplas dimensões.

Comité Científico

Victoria Ateca Amestoy, Universidad del País Vasco

João Carlos Dos Santos, Direção General do Património Cultural, Portugal

José Ángel Sanz Esquide, Universidad Politécnica de Cataluña

Jose Ángel Medina Murua, Universidad de Navarra

Margherita Sani, Istituto dei Beni Culturali, Bologna

Vicente Taberna Irazoki, Universidad del País Vasco

 

Instituções organizadoras e patrocinadores

Fundación DOCOMOMO Ibérico

Colegio Oficial de Arquitectos Vasco Navarro

Delegación de Guipúzcoa del Colegio Oficial de Arquitectos Vasco Navarro

Escuela Técnica Superior de Arquitectura, Universidad del País Vasco

Escuela Técnica Superior de Arquitectura de la Universidad de Navarra

Instituto de Patrimonio Cultural de España

Gobierno Vasco

Diputacion Foral de Guipúzcoa

Ayuntamiento de San Sebastián

 

Comité organizador

Celestino Garcia Braña, Fundación DOCOMOMO Ibérico

Lorenzo Goicoechea Fuentes, Delegación de Guipúzcoa del Colegio Oficial de Arquitectos Vasco Navarro

Matxalen Acasuso  Atutxa, Colegio Oficial de Arquitectos Vasco Navarro

Juanjo Arrizabalaga Echeberria, Escuela Técnica Superior de Arquitectura, Universidad del País Vasco

Iñaki Beguiristain Mitxelena, Departamento de Arquitectura de la Escuela Técnica Superior de Arquitectura, Universidad del País Vasco

Jose Ángel Medina Murua, Universidad de Navarra

Isabel Argerich Fernandez, Instituto del Patrimonio Cultural de España

 

Direção dol Congresso

Representante y apoyo de COAVN: Matxalen Acasuso Atutxa, Decana Presidenta del COAVN

Representante y apoyo de COAVN-GI: Lorenzo Goikoetxea Fuentes, Presidente de la Delegación en Gipuzkoa del COAVN

Director: Mario Domínguez Maestre, Director de la Comisión de Patrimonio Cultural de la Delegación en Gipuzkoa del COAVN

Secretario de organización: Estanislao Fernández Narbaiza, vogal de Cultura da Delegação em Guipúscoa do COAVN, membro da sua Comissão de Património Cultural

Secretaria de contenidos: Olatz Ocerin Ibañez-Etcheto, vocal de Junta de Gobierno de la Delegación en Gipuzkoa del COAVN y miembro de su Comisión de Patrimonio Cultural

Secretario de finanzas:Esteban García Marquina, Tesorero de la Delegación en Gipuzkoa del COAVN

Secretaria de comunicación: Judith Ubarrechena Iribarren, vocal de Junta de la Delegación en Gipuzkoa del COAVN y miembro de su Comisión de Sostenibilidad

 

Secretária  científica

Unai Fernández de Betoño Saenz de La Cuesta, Subdirector de la Escuela Técnica Superior de Arquitectura, Universidad del País Vasco

Lauren Etxepare Iguiñiz, Director del Departamento de Arquitectura, Universidad del País Vasco

Fernando García Nieto

Claudia Pennesse, Directora de la Comisión de Sostenibilidad de la Delegación en Gipuzkoa del Colegio Oficial de Arquitectos Vasco Navarro

Josu Maroto Peñagaricano, Departamento de Patrimonio Histórico Artístico de la Diputación de Gipuzkoa

 

 

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VIII Congresso Docomomo Ibérico

 A Fundação DOCOMOMO Ibérico apresenta o seu VIII Congresso que terá lugar em Málaga de 27 a 29 de Novembro de 2013.

O Congresso, organizado juntamente com a Escola Técnica Superior de Arquitectura da Universidade de Málaga e o Instituto Andaluz do Património Histórico da Consejería da Cultura e Desporto da Junta de Andalucia, centrar-se-á no tema ARQUITECTURA DO MOVIMENTO MODERNO E A EDUCAÇÃO.

Chamada a comunicações
http://www.iaph.es/web/sites/docomomo2013/comunicaciones/

Web do congresso
http://www.iaph.es/web/sites/docomomo2013/index.html

 

 

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VII Congresso Docomomo Ibérico

A Fundación DOCOMOMO Ibérico organizou o VII Congresso DOCOMOMO Ibérico em Oviedo en Abril de 2010. Com a experiência acumulada dos Congressos realizados em Saragoça, Sevilha, Porto, Valência, Barcelona e Cádis sob as epígrafes: ´La habitación y la ciudad modernas: rupturas y continuidades. 1925-1965´, ´Arquitectura e industria modernas. 1900-1965´, ´Cultura: origen y destino del Movimiento Moderno, Equipamientos e infraestructuras culturales, 1925-1965´, ´Arquitectura moderna y turismo: 1925-1965´, ´El GATCPAC y su tiempo. Política, cultura y arquitectura en los años treinta´ y ´Renovarse o Morir?

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VI Congresso Docomomo Ibérico

VI Seminario DocomomoEm 2007 teve lugar o VI Congresso em Cádis sob a epígrafe ¿RENOVARSE O MORIR? Experiencias, apuestas y paradojas de la intervención en la arquitectura del movimiento moderno. Pretendeu centrar-se o debate na CONSERVAÇÃO da arquitectura moderna, na  necessária e inevitável intervencão e o seu confronto com os critérios convencionais de intervenção no património.

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V Congresso Docomomo Ibérico

III Seminario DocomomoA Fundación DOCOMOMO Ibérico organizou o seu V Congresso em Barcelona em Outubro de 2005 sob o título EL GATCPAC Y SU TIEMPO. Política, cultura y arquitectura en los años treinta. O debate centrou-se nos mecanismos de acolhimento e difusão das propostas do Movimento Moderno na Península Ibérica, coincidindo com o 75º aniversário da fundação do GATCPAC.

 

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IV Congresso Docomomo Ibérico

III Seminario DocomomoA Fundación DOCOMOMO Ibérico organizou o seu IV Congresso em Valência em Novembro de 2003 sob o título ARQUITECTURA MODERNA Y TURISMO, 1925-1965 e a coordenação científica de Nuno Portas, Carmen Jordá e José Antonio Sosa.

Os conteúdos deste Congresso centraram-se na arquitectura do turismo e do lazer do Movimento Moderno desenvolvidas en Espanha e Portugal entre 1925 e 1965.

O Congresso abordou um capítulo primordial no desenvolvimento da sociedade moderna e um importante campo de experimentação da arquitectura e do urbanismo do Movimento Moderno. Infra-estruturas turísticas (colónias e cidades de férias, casas de verão e hotéis, estações termais e de esqui, parques de campismo e urbanizações), instalações desportivas ligadas ao período de férias, lugares de passeio, de recreio e de descanso, desenvolveram-se enquanto novos espaços colectivos.

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Pl. Nova, 5 2ª. Planta – 08002 Barcelona – Tel : 933 067 859 - fundacion@docomomoiberico.com

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